quinta-feira, junho 22, 2006

Eco

Pensava que a maior bairreira entre mim e as pessoas fosse a timidez. Mas não é. Embora eu a tenha em grande medida, consigo enfrentá-la. Domino-a, quando necessário. Mesmo tremendo por dentro, arrisco-me, ofereço a face para que a vida a esbofeteie, se lhe aprouver. A maior barreira é o meu silêncio. E a sua causa não é a timidez. Não, há coragem suficiente para me pôr a falar. A causa do meu silêncio externo é o meu silêncio interno. Simples falta do que dizer. Sou, por isso, um excelente ouvinte.

5 comentários:

Maria Helena disse...

Estou com a lebem! Silêncio interno é coisa de mestre budista, que eu saiba vc não medita, medita? Então o silêncio aqui tem tanto significado quanto as palavras. Logo vc, Eros, que estodou Wittegnstein (sei que escrevi errado, por favor, releve que estou com preguiça de procurar o jeito certo)?

Maria Helena disse...

leben, desculpe, escrevi com m...

Eros disse...

Está certo, vocês me convenceram. Não há silêncio interno. Digamos, então, que há um descompaso entre o meu diálogo interno e o diálogo externo. Juntos não somam um diálogo compreensivo.

Pizza é bom. Tô precisando recuperar massa perdida. Abraços.

Maria Helena disse...

Huuum, quatro queijos!!! Nossa, minha boca até encheu d´água... Sei não, acho que vou começar com pão com ovo mesmo. Se bem que um omelete cheinho de queijo, orégano, pimenta calabresa, feito no azeite, num pãozinho francês fica booommmm... Acho que vou dar um pulinho lá na cozinha! Boa sugestão, Olga!

Sr. Descompasso, trate de sugerir um cardápio tb!

Eros disse...

Assim não dá. Fiquei com fome.